O Museu de Arte de São Paulo (Masp) funcionou por quase dois meses com seu sistema de alarme desativado e não foi roubado. O dispositivo não é considerado de última geração, mas havia evitado a primeira tentativa de assalto, ocorrida em 29 de outubro, quando dois ladrões renderam vigias e tentaram chegar ao 2º andar do prédio, onde fica o acervo permanente. O Masp também não possui um seguro específico para suas 8 mil obras de arte – a apólice vale para o imóvel como um todo (WTF?!). Na madrugada de ontem, três ladrões roubaram as telas ‘O lavrador de café’, de Candido Portinari, – de US$ 5 milhões – e ‘Retrato de Suzanne Bloch’, de Pablo Picasso – de US$ 50 milhões.

Segundo o curador do museu, Teixeira Coelho, nenhum museu de grande porte costuma assegurar seu acervo, uma vez que o pagamento seria impraticável.  Pra você ter uma idéia, um acervo de US$ 1 bilhão, por exemplo, teria de pegar uma porcentagem do seu valor, o que daria US$ 10 milhões por ano. É mais do que o faturamento do museu. Mas eu tenho certeza que o Museu do Louvre assegura o acervo todo, né? Isso não é desculpa!

Se eles reclamam tanto da falta de dinheiro, então acho que eles poderiam  mudar a diretoria do museu, que cá pra nó, está de mal a pior!

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One Response to “Na Arte Tmbém Existem Retardados”  

  1. Triste, né!


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